sexta-feira, abril 20, 2007

"O oposto da vida não é a morte,
é a indiferença."
Erik Wiesel
¬¬

quinta-feira, abril 19, 2007

Eis aí uma frase danada de boa de um poema do Mário Quintana, chamado “Poeminha do Contra”, que na íntegra diz assim: “Todos esses que aí estão, atravancando meu caminho, eles passarão, eu passarinho"...





















- Foto: Adaebson Santos (Ninno) (JPEG,500×500)
www.cidade.usp.br/.../07/17/catalogo-de-pipa/


Um a Um
Marisa Monte
Composição: Arnaldo Antunes, Carlinhos Brown, Marisa Monte


Eu não quero ganhar
Eu quero chegar junto
Sem perder
Eu quero um a um
Com você
No fundo Não vê
Que eu só quero dar prazer
Me ensina a fazer
Canção com você
Em dois
Corpo a corpo
Me perder
Ganhar você

Muito além do tempo regulamentar

Esse jogo não vai acabar
É bom de se jogar
Nós dois
Um a um
Nós dois
Um a um
Nós dois
Um a um
Nós dois

Eu não quero ganhar
Eu quero chegar junto
Sem perder
Eu quero um a um
Com você
No fundo
Não vê
Que eu só quero dar prazer
Me ensina a fazer
Canção com você
Em duo
Pouco a pouco
Me perder
Ganhar você

Esse jogo não vai acabar
É bom de se jogar
Nós dois
Um a um
Nós dois
Um a um
Nós dois
Um a um
Nós dois

terça-feira, abril 17, 2007

segunda-feira, abril 16, 2007















... "Como se definem os olhos, o nariz, a boca e o coração do palhaço?" ...
Flávia Brocchetto Ramos

Em tempo: Os lindos pés coloridos e felizes são de Rodrigo Robleño, o viralata.















CORPO RE-MOTO CONTROLADO(R)
Do corpo da marionete explorado em In’Perfeito (1997), ao corpo do robô no Procedimento 1 (2002), passando pelo corpo do videogame em Violência, parecia coerente levantar uma espécie de categoria (ou seria um conceito?) – justamente a do corpo remoto controlado – que pudesse reunir/abraçar os estágios desse percurso que vem sendo marcado pela perseguição de um interesse: o de pesquisar o movimento. De onde ele vem? Como se desenvolve? São forças internas ou externas que fazem o movimento acontecer? (...)
Em seguida, surgiu um problema. O remoto controlado sugeria, em sua oralização e escrita, a idéia de um corpo passivo e, portanto, passível de dominação e sem perspectivas de liberdade. Para evitar esse equívoco, a Profa. Dra. Christine Greiner sugeriu que um “r” fosse agregado ao último nome do título, ficando assim: corpo remoto controlador. Apesar da ordenação das palavras chamar atenção, justamente pela brincadeira ou pequena contradição que dela emanava, ainda permanecia um certo incômodo pela fixação do atributo: o corpo é controlado ou controlador? Quem controla o corpo? De onde vem o controle? Há um sujeito no comando? Quem seria esse sujeito?
...os corpos são remotamente controlados pelos próprios corpos e suas co-habitantes temporalidades (vale lembrar dos sistemas reptílicos e límbicos – mais antigos – em relação ao neo-cortex), pelo ambiente, pelos outros corpos do mesmo ambiente, pelo contágio com os outros ambientes e seus corpos, pelas idéias que habitam o mundo da cultura. Estamos, sim, sendo re-organizados pela difusão das informações e pelos laços que constituímos nesse processo. Arranjos em tempo real, contínuos. Não há corpo intocável.

(...)
www.pucsp.br/.../corporemoto/archives/cena11.jpg

Vivendo e aprendendo

sexta-feira, abril 13, 2007





















Foto: Shima.

kkkkkkkkkkkkkkkkkk só rindo...





















Foto: Shima




















Foto: Shima.


"Nas palavras, como nas modas,
observa a mesma regra:
Sendo novas ou antigas demais,
são igualmente grotescas.
Não sejas o primeiro a experimentar as novas,
Nem o último a encostar as antigas".

Pope, (1688-1744) . Apud Paulo Rónai.

terça-feira, abril 10, 2007

BEIJA FLOR DO VÔO IRADO
TE SOLTO PRA VER VOAR
IR MAIS ALTO

MAIS BONITO
TE SOLTO PRA VER VOLTAR.

ESSA EU TIREI DO FUNDO DO BAÚ, DE UM CADERNINHO DE DESENHOS E APONTAMENTOS DA ÉPOCA DA FACULDADE DE ARQUITETURA...
NO AUGE DA PAIXÃO...PELA CAPOEIRA...


(...) kkkkkkkkkk



ESSA É DE LEI SE EU PEGAR NUM PANDEIRO...

"Eu já vivo enjoado
De viver aqui na terra
Olha mãe, eu vou prá lua
Falei com minha mulher
Ela então me respondeu:
“Nós vamos, se Deus quiser.”
Vamos fazer uma casinha
Toda cheia de sapé
Amanhã às sete horas
Nós vamos tomar café
Eu que nunca acreditei
Não posso me conformar
Eu da terra vou à lua
E da lua vou voar
Tudo isso é conversa
Prá viver sem trabalhar
O senhor amigo meu
Veja bem o meu cantar
Quem é dono, não ciúma

Quem não é, quer ciumar.
Camará!


Ê galo cantou ... êê galo cantou camará
Cocorocô... ê cocorocô camarada..
ê viva meu mestre..ê viva meu mestre camaradinha
quem me ensinou ... êê quem me ensinou camará
a malandragem...ê a malandragem camarada..
ê viva o brasil.. ê ê viva o Brasil camará...
(...)
LADAINHA DA CAPOEIRA, DOMÍNIO PÚBLICO

segunda-feira, abril 09, 2007




















www.attambur.com/.../Cantodancamocambique.htm

No que abro os olhos ,
O dia parece nascer acabado
pensando no amor
não existente,
que o amado sem rosto confessou.
Mas, o meu vôo continua
inacabado...
Entediada,
então, me levanto,
no dia recomeçado,
e, pra variar,
esqueço o pesadelo
no passado.


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A Menina Dança
Baby Consuelo
( hoje, Baby do Brasil)
Composição: Moraes/Galvão

Quando eu cheguei tudo, tudo
Tudo estava virado
Apenas viro me viro
Mas eu mesma viro os olhinhos
Só entro no jogo porque
Estou mesmo depois
Depois de esgotar
O tempo regulamentar
De um lado o olho desaforo
Que diz o meu nariz arrebitado
E não levo para casa
Mas se você vem perto eu vou lá
Eu vou lá
No canto do cisco
No canto do olho
A menina dança
Dentro da menina
A menina dança
E se você fecha o olho
A menina ainda dança
Dentro da menina
Ainda dança
Até o sol raiar
Até o sol raiar
Até dentro de você nascer
Nascer o que há.

domingo, abril 08, 2007



















TOM, o meu modelo mais gostoso é quem mais tá dando o TOM da páscoa!

"Cachorro, gato, galinha, familia êê, familia, ah! familia!"data família!
Bárbara foi agraciada com uma bem linda! é um presente que Barbarella "caldas" ganhou de Deus.
É É...
Outra coisa, o coelhinho é meu e ninguém tem nada a ver com isso!

Só alegria, né não, Tom?

sábado, abril 07, 2007





















Acabo de aquarelá-lo

" Enquanto existirmos, a morte não existe ainda e quando a morte chega nós não existimos mais. Para que gastei tanto tempo falando em filosofia, se agora eu não sou capaz de fazer da minha morte a obra prima de minha vida".
Umberto Eco.

Não posso deixar de agradecer à Paulo Valença pela fechação reflexiva no sábado de aleluia.
=0P






















Modelo photoshapada:Tininha, a minha caçulinha.
Ela é tão danada que nasceu com cinco anos! digo, aprendeu a ler...
( estava no álbum dela. Apenas trancrevi)

"Alguns morrem por seus objetivos,
nós vivemos em busca deles".
Che Guevara

sexta-feira, abril 06, 2007

O Amor é Velho-Menina
Tom ZéComposição: Tom Zé

O amor é velho, velho, velho
E menina.
O amor é trilha
De lençóis e culpa
Medo e maravilha.

O tempo a vida lida
Andam pelo chão,
O amor aeroplanos
O amor zomba dos anos,
O amor anda nos tangos,
No rastro dos ciganos,
No vão dos oceanos.

O amor é poço
Onde se despejam
Lixo e brilhantes:
Orações, sacrifícios, traições.













JOSÉ
Carlos Drummond de Andrade


E agora, José?
A festa acabou,
a luz apagou,
o povo sumiu,
a noite esfriou,
e agora, José?
e agora, você?
você que é sem nome,
que zomba dos outros,
você que faz versos,
que ama, protesta?
e agora, José?

Está sem mulher,
está sem discurso,
está sem carinho,
já não pode beber,
já não pode fumar,
cuspir já não pode,
a noite esfriou,
o dia não veio,
o bonde não veio,
o riso não veio
não veio a utopia
e tudo acabou
e tudo fugiu
e tudo mofou,
e agora, José?

E agora, José?
Sua doce palavra,
seu instante de febre,
sua gula e jejum,
sua biblioteca,
sua lavra de ouro,
seu terno de vidro,
sua incoerência,
seu ódio - e agora?

Com a chave na mão
quer abrir a porta,
não existe porta;
quer morrer no mar,
mas o mar secou;
quer ir para Minas,
Minas não há mais.
José, e agora?
Se você gritasse,

se você gemesse,
se você tocasse
a valsa vienense,
se você dormisse,
se você cansasse,
se você morresse...
Mas você não morre,
você é duro, José!

Sozinho no escuro
qual bicho-do-mato,
sem teogonia,
sem parede nua
para se encostar,
sem cavalo preto
que fuja a galope,
você marcha, José!
José, para onde?


Sandálias da humildade em busca da luz na Sexta da Paixão! azar no amor, sorte no jogo...hauahauahauahuahaau..."a cobrinha quando entra no gramado, fico toda arrepiada"...Santa Cruz! santa cruz! amo. Mas, mão sou doente. PONTO.

quinta-feira, abril 05, 2007












Foto:www.oscariver.com/gardenias_std.jpg

"As flores de plástico não morrem"... Titãs.


Fábula

Fui e voltei. = período composto

Naquela maravilhosa tarde de verão, os homens públicos prometeram dedicação ao problema do menor abandonado. = período simples

Moral da história: tamanho não é documento.

Ismael Ribeiro da Silva (julho/98)
© 1999 Departamento de Letras, FAFICOP - Cornélio Procópio, Paraná, BRASIL

terça-feira, abril 03, 2007
















Cogito
Torquato Neto


eu sou como eu sou
pronome
pessoal intransferível
do homem que iniciei na medida do impossível
eu sou como eu sou
agora
sem grandes segredos dantes
sem novos secretos dentes

nesta hora
eu sou como eu sou
presente
desferrolhado indecente
feito um pedaço de mim
eu sou como eu sou
vidente
e vivo tranqüilamente
todas as horas do fim.


Sobre Torquato Neto

Torquato Pereira de Araújo Neto nasceu em Teresina (PI), no dia 09 de novembro de 1944. Foi contemporâneo de Gilberto Gil no colégio em que estudou, em Salvador, tornando-se amigo do compositor e conhecendo também os irmãos Caetano Veloso e Maria Bethânia. Em 1966 mudou-se para o Rio de Janeiro, começando seus estudos de Jornalismo. Mesmo sem ter concluído o curso, iniciou-se na profissão trabalhando em diversos jornais cariocas, tendo criado e redigido a coluna "Geléia Geral" no jornal carioca "Última Hora". Um dos criadores do movimento tropicalista, é o autor de inúmeras letras de músicas de sucesso, entre as quais destacamos "Mamãe, Coragem", "Geléia Geral", "Domingou", "Louvação", "Pra dizer adeus", "Rancho da rosa encarnada" e "Marginália II".
Em 10 de novembro de 1972, suicidou-se deixando o seguinte bilhete: "Tenho saudade, como os cariocas, do dia em que sentia e achava que era dia de cego. De modo que fico sossegado por aqui mesmo, enquanto durar. Pra mim, chega! Não sacudam demais o Thiago, que ele pode acordar". http://www.releituras.com/torqneto_menu.asp

Tenho que agradecer a Diego Castilho que me fez cair nesta deliciosa nostalgia.

segunda-feira, abril 02, 2007


























Dos Gardenias
Buena vista social clube
Ibraim Ferrer: Vocal


Dos gardenias para ti
Con ellas quiero decir
Te quero, te amo, mi vidaaaaaa
Ponle toda tua atencion
Porque son tu corazón y es mío


Dos gardenias para ti
Que tendrám todo el calor de um beso
De essos besos que te dí
Y que jamais encontrarás
En calor de outro querer.


A tu lado vivirán y se hablarán
Como Cuando estás comigo
Y hasta creerás que te dirán :
Te quiero
Pero sin un atardecer
Las gardenias de mim amor se muerem
Es porque han adivinado
Que tu amor me ha traicionado
Porque existe outro querer.